Pesquisando o mercado de funilaria pra um projeto real, reparei em algo curioso: a maioria das oficinas com nota alta no Google (4,3 a 5,0 estrelas, dezenas de avaliações) não tem site próprio. Só ficha do Google e, às vezes, Instagram. Se você tem uma funilaria e é esse o seu caso, não é falha sua — é o padrão do setor. Mas isso também é uma oportunidade que quase ninguém aproveita.

Por que a maioria não tem site

Funilaria é um negócio que vive de indicação e de reputação local — o cliente bate o carro, pergunta pro vizinho ou já conhece um nome de confiança, e resolve por WhatsApp. Durante anos, isso foi suficiente. O problema é que quem não conhece o nome da sua oficina, e busca "funilaria perto de mim" no Google, não te encontra — só encontra quem já apareceu ali antes, seja com site, seja com anúncio.

Quanto custa, de verdade

Não existe preço público padrão no setor — nenhum concorrente que pesquisei divulga valor de serviço, e site institucional segue a mesma lógica: depende do que entra no escopo. Como referência real, meus dois planos:

O valor exato depende do escopo (quantidade de páginas, catálogo de produtos como pneu/bateria, integração com seguradora) — por isso não fico anunciando um número fixo aqui, é o mesmo motivo que nenhum concorrente do setor publica preço de serviço: cada carro, cada caso, é diferente.

O que realmente muda no resultado: um caso real

Entreguei recentemente o site da Império Car - Funilaria Express (Curitiba). Antes, o negócio só tinha Instagram e ficha do Google. O que mudou:

Quando vale a pena, e quando não vale

Se sua funilaria já vive lotada só de indicação, e você não tem interesse em crescer além disso, um site não muda muita coisa no seu dia a dia. Agora, se você perde tempo respondendo a mesma pergunta no WhatsApp repetidas vezes, ou sabe que existe gente buscando "funilaria perto de mim" sem te achar, aí sim faz diferença real — não é sobre ficar bonito, é sobre aparecer pra quem ainda não sabe que você existe.

Conclusão

Reputação boa e presença digital são coisas diferentes. Muita funilaria tem uma sem a outra. A que tiver as duas primeiro, sai na frente — não porque o serviço seja melhor, mas porque é a única que quem procura "perto de mim" consegue encontrar.